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#Opinião: Gestão de Comportamento do Atleta Amador


Leia o novo texto de Daniel Junior na coluna "Gestão e Profissionalismo no Esporte"


Escrito em 03/02/2014


Algumas modalidades esportivas no Brasil, ou quase todas são, apesar de seu intenso e exaustivo regime de treinamento, implicando desta forma na utilização extrema do corpo, tidas como amadoras em seu regime laboral, não sendo contemplada assim com os diretos legais de outras profissões. Estas, devido a um conjunto de normas culturais, lutas trabalhistas normas internas forjaram ao longo do tempo um perfil de comportamento adequado para cada profissional.

No esporte, a inobservância de tal função laboral como profissional, tratando tal de forma obscura situando-se entre a profissionalidade autêntica e o amadorismo, concede aos jovens jogadores destituídos de um conjunto de conceitos e normas comportamentais que exteriorizam o modo de ação profissional, devido a pouca idade, uma certa confusão no seu início de carreira profissional. Aqueles que durante o período de formação esportiva, e neste há o amadurecimento e solidificação do caráter, não apenas técnico-tático-físico-cognitiva, entendem o esporte como ação liberal sem regras, tendem a surfar nas ondas imprecisas, altas e baixas de sua trajetória profissional ao encontrar clubes, equipes e comissões técnicas dotadas de conceitos.

>> Leia o texto completo AQUI no espaço "Gestão e Profissionalismo no Esporte";

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