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Professor de Ibirama atuará como juiz no badminton do Rio-2016


Pablo Schoeffel coordena projeto na cidade do Vale Norte


Escrito em 07/08/2016


O professor Pablo Schoeffel, do Centro de Educação Superior do Alto Vale do Itajaí (Ceavi), da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) em Ibirama, será juiz de linha de badminton nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Ele foi convidado pela Confederação Brasileira de Badminton (CBBd) e ficará no Rio até o fim do evento.

Vinculado ao Departamento de Engenharia de Software da Udesc Ibirama, Schoeffel coordena o programa de badminton da unidade de ensino, ao lado do professor Osvaldo Furlanetto Rodrigues, e tem conquistado várias medalhas nas etapas do campeonato estadual.

A prática de badminton pelo programa em Ibirama ocorre todas as quartas e sextas-feiras, das 19h30 às 22h, no Ginásio de Esportes da Escola Eliseu Guilherme, e reúne participantes de 8 a 40 anos. A iniciativa tem o apoio da Comissão Municipal de Esportes.

Os atletas treinados pela iniciativa participam das etapas do campeonato estadual de badminton. Na última, em junho, em São Miguel do Oeste, eles conquistaram 13 medalhas em dez categorias.

Qualificação

Para atuar como juiz de linha, Pablo Schoeffel participou de três cursos específicos internacionais e se submeteu a uma seleção da Federação Mundial de Badminton (BMF, na singla em inglês), reconhecida pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) para administrar a modalidade mundialmente.

"Estou ansioso para participar como juiz num evento como as Olimpíadas", disse o professor. De Santa Catarina, duas mulheres do Oeste atuarão também como juízas de linha no badminton.

Um jogo de badminton é dirigido por uma equipe com um árbitro, que assegura o cumprimento das regras do jogo; um juiz de serviço, que assinala as faltas; e um juiz de linha, que assinala quando a peteca cai fora dos limites da quadra e informa ao árbitro sobre erros cometido pelos competidores.

Sobre o badminton

Essa será a primeira vez que o Brasil terá representantes da modalidade nas olimpíadas. Por ser país-sede, foram reservadas duas vagas, uma no masculino e outra no feminino.

O badminton surgiu na China e é jogado com raquete e peteca em uma quadra retangular de 13,40 metros por 6,10 metros, com uma rede suspensa no centro da quadra, a uma altura de 1,55 m do solo. O jogo acontece com disputas individuais (masculinas e femininas) ou disputas em duplas (masculina, feminina ou mista).

O objetivo é colocar a peteca no solo da quadra do adversário com apenas um golpe por vez. O jogo é disputado em melhor de três games de 21 pontos cada, com sistema de pontuação corrida, e o vencedor de dois games ganha a partida.

Fonte: Assessoria de Comunicação da Udesc: Valmor Pizzetti

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