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Atlético reclama da arbitragem de Eduardo Cordeiro


Técnico Sílvio Criciúma observou que não é justificativa para o resultado, mas erros são fatos injustificáveis


Escrito em 12/02/2015


A atuação do árbitro Eduardo Cordeiro Guimarães e de seu assistente Johnny Barros de Oliveira foi decisiva na derrota do Atlético Hermann Aichinger na derrota para o Marcílio Dias por 1 a 0 na quarta-feira à noite em Camboriú. O técnico Sílvio Criciúma observou que não é justificativa para o resultado, mas a expulsão do zagueiro Mateus aos 28min, em razão de uma simulação de agressão no meia Athos, a “anulação” do segundo cartão amarelo aplicado no atacante Soares e o impedimento no lance que seria o gol de empate são fatos injustificáveis. O único gol da partida foi marcado por Mineiro, aos 42min da etapa inicial.

O treinador surpreendeu ao iniciar o jogo com Aelson na ala-esquerda e Cappa no meio. O que ele não esperava era a contusão do atacante logo no primeiro minuto de jogo. O jogador sentiu um desconforto muscular e teve que ser substituído por Thiago Santana. A chuva forte prejudicou o nível técnico e as duas equipes não tiveram chances reais até a expulsão de Mateus. O jogador fez a proteção para que o goleiro Ney saísse e pegasse a bola fora da área. Athos esbarrou no jogador atleticano e caiu, simulando ter sido agredido. Mal colocado, o árbitro deixou o lance para o assistente. A alegação é que o zagueiro teria dando uma cotovelada em Athos.

Antes do apagão, o atacante Soares recebeu o segundo cartão amarelo, mas o árbitro alegou que o seu assistente havia dado impedimento do atacante marcilista e por isso “anulou”, conforme ele mesmo justificou aos jogadores. Mesmo com um a menos os ibiramenses suportaram a pressão até que aos 42 quando saiu o gol. Na segunda etapa as melhores chances foram do Atlético, que se aproveitou do recuo do adversário, que passou a jogar no contra-ataque. Thiago Santana chegou a empatar, mas o árbitro invalidou o lance alegando que Cassiano Bodini estava em posição irregular. No finalzinho Abner foi expulso e deixou o Atlético com nove.

Para Sílvio Criciúma, se Mateus não tivesse sido expulso, no 11 contra 11, a história do jogo seria completamente diferente. “Assim como estou dizendo que não houve agressão, se a televisão mostrar diferente venho a público pedir desculpas ao árbitro e ao assistente”. O treinador observou que o adversário também teve os seus méritos. “No mínimo, no mínimo, sairíamos daqui com o empate”.

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Fonte: Orlando Pereira/Assessoria de Imprensa CAHA
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