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Palestra de Oscar Schmidt lota auditório da Unidavi (+fotos)


De forma descontraída e bem humorada, o ex-jogador de basquete prendeu a atenção do público por 90min


Escrito em 16/08/2013


Visão, decisão, time, obstinação e paixão. Em cima dessas cinco palavras, o ex-jogador de basquete Oscar Schmidt desenvolveu a palestra de abertura do Programa Encontros com a Assembleia, na noite desta quinta-feira (15), em Rio do Sul, no Alto Vale do Itajaí. Cerca de 900 pessoas lotaram o auditório Encontro dos Rios, no Parque Universitário da Unidavi, para acompanhar a palestra.

Durante aproximadamente 90 minutos, Oscar mostrou para o público, de forma descontraída e bem humorada, como um rapaz, nascido em Natal (RN), conseguiu superar as dificuldades pessoais e profissionais para se transformar num dos atletas mais bem sucedidos do país. “Não acredito em sorte. Acredito em trabalho”, afirmou.

Oscar afirmou que uma das grandes visões de sua vida surgiu quando deixou as quadras e decidiu ser palestrante. “Minha primeira palestra foi horrível. Mas eu decidi que ia ser um dos melhores. E fui me aprimorando até me transformar num dos cinco melhores palestrantes do país. E vou conquistar o prêmio de melhor”, garantiu. As decisões que tomou na carreira foram fundamentais para ser um atleta bem sucedido. Quando decidiu ir de Natal para Brasília e depois para São Paulo, o que o levou para a seleção brasileira. “Mas eu precisava evoluir. Foi quando decidi ir para a Europa, onde fiquei 13 anos”, contou.

O grande time de sua vida, segundo Oscar, foi a esposa, Cristina, que o acompanhou desde o início da carreira e permitiu que ele se dedicasse aos treinos para se transformar num dos maiores cestinhas do mundo. “Você só vai vencer se tiver um time com você. Minha esposa foi o grande time em que joguei”. A obstinação fez parte de toda a trajetória de Oscar. “Eu chegava a ficar oito, nove horas por dia na quadra treinando. Quanto mais você treina, mas coragem você tem”. A paixão pela seleção brasileira transformou o Mão Santa no maior nome do basquete brasileiro, tanto que a conquista da medalha de ouro nos Jogos Pan-americanos de Indianápolis, em 1987, na vitória história sobre os EUA em pleno território norte-americano, teve destaque na palestra.

Oscar também falou sobre a sua saúde e sobre o que tem feito para enfrentar o tumor maligno que foi retirado do seu cérebro recentemente. E emocionou os presentes quando contou a história dos meninos do Jardim Ivone, em Ponta Porã (MS), que, incentivados por um professor, transformaram um terreno baldio em quadra de basquete e, mesmo sem estrutura, foram vice-campeões estaduais. “Se o professor pode transformar esses meninos em vencedores, nós podemos ser vencedores também. Pode-se ser um vencedor como carteiro, como um guarda, desde que façamos sempre o nosso melhor”.

Fonte: Assessoria de Imprensa da ALESC

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