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Erros ainda incomodam Rio do Sul/Equibrasil na Superliga


Equipe enfrenta Brasília nesta sexta-feira e pretende aumentar a eficiência na saída de jogo e contra-ataques


Escrito em 31/10/2013


O clima de euforia pela primeira vitória na Superliga Feminina ficou para trás. As meninas da equipe Rio do Sul/Equibrasil já estão se preparando para o próximo jogo pela competição nacional, marcado para esta sexta-feira (1° de novembro) contra o Brasília Vôlei, na capital federal. Se vencer o Unilever no início da semana encheu o torcedor de Santa Catarina de orgulho, o time vê isso de outra forma. Ainda há fatos negativos que devem ser melhorados para tentar surpreender o time brasiliense em partida marcada para as 21h30 e com transmissão ao vivo pelo canal de TV por assinatura Sportv.

O time de Brasília é estreante na Superliga Feminina deste ano e está na 8ª posição no campeonato com seis pontos, sendo três por uma vitória e o restante por ter feito dois sets em outros três jogos. Já o time de Rio do Sul marcou os primeiros três pontos nesta semana e está em 11° lugar na competição.

O técnico Rogério Portela prega respeito e atenção extrema contra o time de Brasília. Formado por jogadoras muito experientes e com capacidade de decisão muito forte, todo cuidado é pouco, ainda mais em se tratando em um jogo fora de casa. “Uma equipe com Paula Pequeno, Elisângela, Érika, Dani Scott, Camila Adão, entre outras, tem carreira consolidada e são decisivas. O time é muito bom e nós temos de estar preparados para enfrentar um jogo tão difícil como foram os nossos confrontos até aqui na Superliga”, salientou.


Rogério Portela (Foto: Clóvis Cuco/Vôlei Rio do Sul)

Como estratégia para tentar pontuar no jogo, Portela pediu atenção maior na saída de jogo. Os treinamentos nesta semana foram intensificados no passe. “Mesmo vencendo o Unilever, a gente avalia as estatísticas e percebe que tivemos muitos erros. O ataque também pode melhorar ainda mais”.

Para a levantadora de Rio do Sul, Jordane, a equipe da capital federal deverá apresentar um jogo consistente e muito variado, por isso ela e as companheiras precisam ficar ligadas o tempo inteiro. “Jogos fora de casa são sempre mais difíceis, e Brasília vai vir guerreiro para buscar a vitória. Então a gente tem que ser paciente, melhorar nosso passe e ter mais força nos contra-ataques”, avalia a jogadora.



*Com informações de Clóvis Eduardo Cuco/Imprensa Vôlei Rio do Sul

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